quinta-feira, 17 de julho de 2008

Sem mais.

Um mantra.
Pela cabeça.
Dia e noite.
Um mantra.

Os pés frios mas a cabeça quente, a lágrima descia queimando, deixando cicatriz. Se quer um lenço? Na verdade ela quer mesmo é saber onde foi que resposta se perdeu e onde a sanidade abandonou o barco. Debaixo das cobertas, num universo paralelo, o mantra comandava a noite. Quando ele se repetia, ela tremia. Não era de frio. Serei breve. Essa noite, eu me deixo.

5 comentários:

Ben-Hur Bernard, B. Bernard, Ben-Hur Bernard Pereira Costa (oficial), Biú (para as minhas crianças), Ben (para os amigos) disse...

Gosto de manter o controle do que sinto. Se me vejo perder essas rédias, desespero-me! Um mantra pairando no meu teto? Não sei...só sei que quando isso acontecer de novo, vou cair no sono e tomar uma dose de amnésia: odeio lembrar do que odeio.

Sarinha disse...

Puta que pariu! =x (eita, falei palavrão, ne?!)
"Essa noite, eu me deixo."
Noooossa, eu sempre me vejo em teus textos. Você me traduz...
Te amo você muito! :*

darsh. disse...

ai quanto tempo não leio tuas letras *-*

Sann disse...

Oii...
Encontrei seu blog por acaso!
Adorei seus textos!
:D

Dá uma passadinha no meu qnd puder...
Ganhou mais um leitor!
=*

drico disse...

Como o corvo de Allan Poe e as piores previsões: "Nunca mais... Nunca mais!". E o mais difícil é sair do universo paralelo divisado pelos lençóis finos imaginando dar de cara com os olhos do desconhecido. "Nunca mais!".

Gostei.
=*